O mesmo plano de aportes sob cada combinação de como o dinheiro do mês é distribuído (igual entre as compras · toda na mais descontada · rateado entre as cinco mais descontadas · toda na de melhor nota · uma por setor, a mais descontada ou a de melhor nota) e se há rebalanceamento (sem: nunca vende, só compra · com: em janeiro corta quem rendeu pouco no ano anterior e reinveste o dinheiro, pagando 15% de imposto sobre o ganho). A triagem — quais papéis são compra em cada mês — é a mesma em todas; o que muda é a alocação e a saída. O gráfico mostra uma por vez, então esta tabela é onde elas se comparam.
| Série | Origem e dividendos | Começa | Recebeu | Ressalva |
|---|---|---|---|---|
| Triagem Bazin | a triagem, aportes mensais reinvestindo dividendos | 2014-01 | — | — |
| IBOV · Ibovespa | dividendos total return (índice) | 2014-01 | — | — |
| IDIV · Índice Dividendos | dividendos total return (índice) | 2014-01 | — | — |
| IVVB11 · S&P 500 (BRL) | dividendos acumulados no fundo | 2014-04 | — | em BRL — inclui a variação do câmbio no período |
| NASD11 · Nasdaq-100 (BRL) | dividendos acumulados no fundo | 2021-05 | — | em BRL — inclui a variação do câmbio; série começa em 2021 |
| WRLD11 · MSCI World (BRL) | dividendos acumulados no fundo | 2021-10 | — | em BRL — inclui a variação do câmbio; série começa em 2021 |
| ACWI11 · MSCI ACWI (BRL) | dividendos acumulados no fundo | 2021-02 | — | em BRL — inclui a variação do câmbio; série começa em 2021 |
| VWRA11 · FTSE All-World (BRL) | dividendos acumulados no fundo | 2025-09 | — | em BRL — inclui a variação do câmbio; série começa em 2025 |
| IVWO11 · Emergentes (BRL) | dividendos acumulados no fundo | 2026-04 | — | em BRL — inclui a variação do câmbio; série começa em 2026 |
| GXUS11 · Global ex-EUA (BRL) | dividendos acumulados no fundo | 2025-11 | — | em BRL — inclui a variação do câmbio; a ÚNICA perna sem EUA; série começa em nov/2025 |
| NSDV11 · Nu IBOV Dividendos | dividendos acumulados no fundo | 2023-09 | — | — |
| AUVP11 · BTG Teva AUVP | dividendos acumulados no fundo | 2025-06 | — | — |
| QLBR11 · RB Investo | dividendos acumulados no fundo | 2025-10 | — | — |
“Recebeu” é quanto daquele fluxo de aportes a perna de fato absorveu: uma série que só existe a partir de 2021 recebeu menos anos de dinheiro, e por isso o R$ final dela é menor sem que isso signifique desempenho pior. Compare a rentabilidade dessas começando o plano no mês em que a mais nova nasceu.
Nenhuma linha é de retorno-preço: os índices da B3 são de retorno total (os proventos entram no índice) e os ETFs desta família acumulam os dividendos dentro do fundo — o BOVA11, medido só pelo preço, seguiu o IBOV de retorno total a +0,07 pp/ano em 12,5 anos. Fosse usado o nível “cru” do S&P 500 ou da Nasdaq, a comparação perderia ~1,5-2%/ano e ~0,7%/ano de dividendos e favoreceria a estratégia sem motivo.
Fechamento de cada ano, na visão “mesmo aporte”, para o plano escolhido acima. Nenhum valor do gráfico depende do hover.
Quanto rendeu cada real já investido, em cada ano civil, para o início e a variação escolhidos lá em cima. É o retorno do valor da cota, não a variação do saldo: o saldo também cresce porque entrou aporte, e dividir um ano pelo outro contaria o depósito como se fosse rendimento. Por isso esta é a única tabela da página que não muda quando você mexe nos valores de aporte; ela muda com o mês de início e com as séries escolhidas.
A coluna da triagem é a variação escolhida lá em cima, a mesma que está no gráfico; as demais seguem o seletor de linhas. Para ver as seis variações lado a lado, a tabela As variações da estratégia faz isso.
* Ano parcial — cobre menos de doze meses. Acontece no primeiro ano (que começa no mês do plano, não em janeiro), no último (que vai até o mês fechado mais recente) e no ano de estreia de uma série que nasceu depois do plano.
Um ano ruim aqui não é um ano ruim de patrimônio: com aportes mensais, uma queda compra mais cotas mais baratas. As duas tabelas juntas dizem isso — esta mostra o rendimento, a de cima mostra o saldo.
A carteira é uma simulação mês a mês que começa em 2014-01. Em cada mês ela compra o que a triagem apontava como compra naquela data, usando apenas o que já se sabia até ali — nunca o que veio depois —, e reinveste todos os dividendos recebidos.
O que fica guardado de cada simulação não é um valor em reais, e sim o valor da cota: quanto passou a valer, mês a mês, cada real investido na carteira. O aporte de um mês é aplicado aos preços de fechamento desse mesmo mês, então ele não rende nada no mês em que entra; descontá-lo é o que isola o ganho de quem já estava investido. Dividendos não são aporte: vêm de dentro da carteira e contam como rendimento — nesta estratégia, a maior parte do resultado.
É isso que permite mexer no início e nos valores aqui em cima: os reais são recalculados comprando cotas ao valor de cada mês. Não é estimativa — com o plano original, a conta devolve exatamente o resultado da simulação. Índices e ETFs entram do mesmo jeito, com a cotação deles no lugar do valor da cota.
Existe uma simulação para cada mês de início. Escolher 2023 refaz a carteira a partir de 2023, comprando o que estava barato então; não é o retorno da carteira de 2014 aplicado a quem começou depois.
As séries de índices e ETFs só entram a partir de 2010-01-01, e um salto diário de 25% ou mais descarta a série inteira: é a marca de um desdobramento de ETF não tratado — foi o que aconteceu com o SPXI11, que “caiu” 88% num único dia em 2026. Uma linha errada é pior que linha nenhuma.